Arte têxtil e instalação marcam nova exposição de Lua Lim no Mamam

O Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), no Recife, abre ao público no próximo sábado (10), às 15h, a exposição “O que me faz partir”, da artista visual Lua Lim. A mostra ocupa a sede do museu, na Rua da Aurora, no bairro da Boa Vista, e segue em cartaz até o dia 29 de março, com visitação gratuita.


Reunindo instalações e objetos inéditos, a exposição propõe um diálogo sensível entre arte têxtil e objetos cortantes, tendo a linha vermelha como elemento central e simbólico. O conjunto de obras investiga o desejo como pulsão de vida, abordando tensões entre corpo, linguagem e matéria a partir de práticas como bordado, costura e crochê.

A produção apresentada por Lua Lim nasce do gesto, da intuição e da experimentação, articulando diferentes linguagens, como performance, instalação e arte têxtil. Os trabalhos sugerem um percurso poético que atravessa temas como dor, deslocamento, memória e transformação, sem recorrer à literalidade, mas apostando na força dos materiais e na repetição do fazer manual.

Segundo a artista, a exposição marca um deslocamento conceitual em sua trajetória. “Não é mais o que me fere. É o que me faz partir”, afirma Lua Lim, indicando uma mudança de olhar que transforma a experiência do corte e da costura em impulso para o movimento e a criação.

A abertura da exposição acontece no sábado (10), às 15h. A visitação ocorre de quarta a sexta-feira, das 10h às 17h, e aos sábados e domingos, das 10h às 16h, no Mamam, localizado na Rua da Aurora, 265, Boa Vista, área central do Recife.

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